Coincidentemente um dos trabalhos que realizei nos últimos anos na esfera governamental foi a da implantação do acessa são paulo, um programa de inclusão digital espalhado por todo o estado de SP. Com isso, posso te dizer algumas opiniões e dar algumas sugestões:
- Realmente não existe um “modelo” de projeto, mas o que sim é importante é que ele tenha um resumo executivo pra ser resumido em uma única página. O exercício de ter que colocar toda a informação em uma página já é de grande valia. Mas é importante destacar que existe uma certa panacéia nisso de apostar todas as fichas na “elaboração de projetos”. Na verdade, esta é uma das possibilidades de captação, mas geralmente a mais remota para coletivos que não estão maduros suficientemente. Sonbre isso falo no próximo item. Se quiser saber mais sobre “projetos”sugiro visitar a www.rits.org.br
- Para grupos comunitários em formação (o que é o caso dos telecentros) minha principal sugestão é arrecadar recursos através de eventos. Festas, bingos, almoços, rifas, etc. Além de ser uma ação agragegadora que gera mobilização, geralmente traz os recursos suficientes para as pequenas necessidades que o grupo tem inicialmente. A medida que o grupo se desenvolve, vais quere mais recursos, mas também terá mais experiência.
- Os “projetos” em geral geram mais desânimo do que incentivo. Pois fica-se com a sensação de que não se conseguiram recursos porque o projeto foi mal escrito ou não obteve apoio. Na verdade, para o desenvolvimento de um projeto é importante que existe repercussão comunitária e isso, mais uma vez, se dá através de eventos, onde se oferece algo (uma festa, um almoço) em troca de recursos.
1 Comentário
Junho 3, 2008 às 6:49 pm
não entendi onde começou essa conversa…